Consultoria SEO – Otimização de sites

Link Building x Ética

Novembro 26, 2008 · Deixe um comentário

Comentário em resposta ao post em: http://www.seocast.com.br/link-building-e-uma-lio-tica/

Acho que esse é um dos pontos mais polêmicos quando falamos em SEO. Na verdade a estratégia de link building deve ser “traçada” de acordo com o ramo e as possibilidades do site, isso significa que para certos tipos de sites teremos certos tipos de links, ex: um site de ramo mais “underground” na web, no ramo de jogos, sexo, remédios, não consegue estabelecer uma rede “natural” de links, extensa o bastante para  causar efeito perante seus concorrentes, assim tem que apelar para sistemas menos “ortodoxos”, como linkfarmes, link exchance em massa e outras mais, que geram muitas vezes uma grande quantidade de links com baixa qualidade (relevância).
Sites em ramos mais convencionais podem criar suas redes de link com estratégias menos obscuras, através de link exchange dentro de sua área temática (Neighborhood), algumas vezes até utilizando de técnicas mais “arrojadas” procurando evitar o “reciprocal”. A questão é até que ponto isso é natural ou não. Acho que “natural” é uma  palavra equivocada para esse processo quando executado profissionalmente dentro de uma concepção de marketing. Natural é aquilo que acontece sem intervenção ou objetivo determinado, assim “Link Building” (Construção de Links) não pode ser natural.
Acho que o fator de equilibrio nisso tudo é o bom senso, que aqui é ditado pela “Relevância” (palavra que o Google adora!), links relevantes são aqueles encontrados em sites do mesmo ramo, que por isso devem por prerrogativa ampliar de alguma forma a abrangência sobre o determinado termo estendendo o universo da pesquisa para o usuário.
Quanto a links pagos o Google não diz que é crime vendê-los, apenas pede que a natureza desta transação seja informada ao Robô através do atributo “nofollow”, da mesma forma que compramos impressoes de banners e outros formatos com intúitos comerciais também podemos comprar links, o que incomoda as SEs é o fato de que um link que não indica sua natureza (comprado ou não) de partida já é um voto para a “Popularidade” de um site o que interfere na imparcialidade do resultado da pesquisa, porém é muito dificil separar o “joio do trigo”, portanto o que salva, em parte, o algoritimo é a “relevancia” do conteúdo.
Não existe uma forma natural de se fazer link building, existe uma forma consciente, que leva em conta especialmente a “relevancia” do link. O resto são táticas…

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Quem sabe SEO

Outubro 9, 2008 · Deixe um comentário

Comentário em post “quase homônimo” em MarketingdeBusca – “Todo mundo sabe SEO

Realmente esta é uma questão em evidência.
SEO virou “moda” no Brasil, e no decorrer deste ano surgiram milhares de sites oferecendo “formulas secretas” fundamentadas em lendas SEO, pacotes de infinitos links inúteis a preço de banana e outras “mandingas“. Assim uma legião de “entendidos” passaram a oferecer seus serviços na web nos mais diversos formatos causando um completo desentendimento nos valores, e muito pior, trazendo uma boa dose de má fama para aqueles que trabalham nesta área.
Temos que considerar que uma estratégia de otimização é um processo contínuo tendo em vista que trata-se primordialmente da organização (classificação e rotulação) do conteúdo de um website. Por outro lado é indispensável levar em conta que SEO também procura “gerênciar”  sua “popularidade” com o intuito de tornar seu conteúdo disponível ao público “certo” dento dos buscadores, este caminho só pode definido através de uma constante análise de mercado, tendências e hábitos na web, o que prova a continuidade da estratégia.
Portanto não existem “pacote mágico SEO”. A otimização é um processo que deve ser planejado, aplicado e gerênciado de acordo com as peculiaridades de cada mercado e com objetivos bem definidos.
No Brasil ainda é fácil posicionar certos tipos de sites devido a baixa concorrência na maioria dos termos em português, mas o mercado está crescendo e o conhecimento se difundindo. Acredito que breve a corrida vai começar… Aí veremos quem sabe SEO… “Só existem 10 Lugares…”

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O que é um Site de Buscas

Setembro 28, 2008 · Deixe um comentário

Sites de Buscas podem ser definidos como um grande “catálogo” de endereços (URLs) na Internet, sua forma de obtenção (índex) e organização do seu conteúdo (páginas conhecidas – INDEXADAS) depende de vários fatores que são controlados por “algorítimos” em sua programação; quanto mais elaborado e inteligente é o algorítimo pretende-se que este retorne resultados mais apurados e concisos em suas pesquisas.

Hoje predominam duas formas básicas de funcionamento para um mecanismo de buscas, estas são representadas pelos “buscadores” mais conhecidos: Google, responsável atualmente por cerca de 88% das pesquisas realizadas no Brasil (Fonte: INFO-09/08) e Yahoo, que apesar de no Brasil ficar com uma fatia muito restrita do mercado, 3,6% de acordo com a fonte citada anteriormente, ainda possui um apelo maior no exterior. Olhando de uma forma geral as principais diferenças no funcionamento dos dois mecanismos estão na forma que organizam (catalogam) os sites “rastreados” (indexados).

Encontramos no Yahoo um sistema menos flexível de rotulação que provem dos primórdios deste tipo de site, nesse sistema os sites “conhecidos” pelo buscador são organizados em categorias previamente definidas, assim como os resultados das pesquisas são extraídos, até certo ponto, com base nessa categorização, isto tornou-se ineficiente devido tanto ao vasto campo de temas, assuntos e abordagens dos websites, quanto a dificuldade emtransmitir com exactidão ao que se refere o conteúdo de um determinado endereço, sem levar em conta as práticas de má fé utilizadas por alguns webmasters no intuito de “enganar o algorítimo” as quais estão mais sucetíveis por sua forma de avaliação que está mais restrita ao conteúdo interno e ao código de programação.

O algorítimo utilizado pelo Google trabalha de uma forma bem diferente do anterior, além de categorizar os sites de uma forma bem menos rígida não apresenta os resultados de suas pesquisas catalogados desta forma (salvo em casos de buscas por palavras por demais genéricas), usando esta “rotulação temática” somente como referência em seu “índice” interno – essa relação de dados chamamos de “Neighborhood” – o buscador então oferece ao usuário um resultado de pesquisa formado por um posicionamento diretamente relacionado a palavra-chave (keyword) buscada, baseado não só no conteúdo do site indexado mas também com GRANDE valorização em sua “popularidade” na web.

Podemos notar que apesar de funcionarem de maneira muito semelhante os sites de busca utilizam de formas bem diferentes de aquisição (índex) dos dados que compõem seus índices, por tanto oferecem resultados distintos em suas pesquisas. Não podemos deixar de levar em conta que estes algorítimos mudam o tempo todo refinado-se com objetivo de serem cada vez mais precisos em suas “respostas” e mais inteligentes.

Existem muitos outros fatores relevantes que implicam em uma melhor indexação e posicionamento de um website relacionados ao funcionamento destes algorítimos, alguns deles serão melhor abordados futuramente.

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Link Building – Construção de Links

Setembro 22, 2008 · Deixe um comentário

O que é Link Building, sua utilização e técnicas.

1- Definição Básica:

Conjunto de estratégias com o objetivo de gerar links relevantes em um determinado TEMA (produto, serviço ou informação) “apontando” para o site otimizado, aumentando sua “popularidade” para os mecanismos de busca.

2 – Qual sua contribuição para a otimização de um website?

  • Buscadores como o Google conferem grande importância a este índice de “popularidade” quando buscam posicionar um determinado site nos resultados de sua pesquisa.

Popularidade é a quantidade de sites que apontam para um determinado domínio. Este índice é influenciado pela qualidade ( Autoridade, Relevância e PR ) destes links. Dados mais técnicos como IP, estrutura da URL e tipo de link também influenciam em sua qualidade final.

  • Baseados neste índice o buscadores adicionam “Autoridade” a um site em relação a um termo ou palavra-chave pesquisada, dentro de um determinado tema (Neighborhood), esta relação é composta a partir do título do link, “Texto Âncora” , que é indicado pelo texto sobre o link.

Texto Âncora é o título que fica “sobre” o link em uma página. Deve ser composto por palavras-chave referentes ao conteúdo do site para o qual o link aponta (direciona).

  • A “reputação” (PR) do site que oferece o link é de grande importância para gerar “PR” ao site que recebe a indicação (link).

Definição do conceito:
Sites Que recebem indicações (links) de outros sites com PR mais alto que o seu próprio tendem a receber aumentos de reputação (PR mais alto) a curto prazo, desde que estes links permaneçam ativos por um determinado tempo.

Importante observação:
O conceito de reputação não está ligado a nenhum termo ou tema específico de busca. É uma “pontuação” global de cada página de um site

3 – Estratégias para Construção de Links (Link Building):

Em toda estratégia usada para Link Building deve sempre levar em conta a “relevância” e diversividade (variedade de orígens e textos-âncora) dos links gerados.

RELEVÂNCIA DO LINK é a relação direta entre o conteúdo do site que oferece o link, o “texto âncora” contido no link e o conteúdo do site para o qual o link aponta.

3.1 – Submissões gratuitas em sites de diretórios:

Estes sites são estruturados em categorias de produtos e permitem que você “inscreva” seu site na que melhor se adapte a seu ramo, estes links normalmente não possuem muita “relevância” para os mecanismos de busca mas servem como base para compor uma rede de links com origens variadas.

EXEMPLOS:


3.2 – Submissões gratuitas em sites de artigos:

Estes sites permitem que você publique matérias ou “releases” de produtos acompanhados por links para seu site, estes links possuem um pouco mais de valor por estarem inseridos em meio a textos relevantes para seu produto, também servem como base para compor uma rede de links com origens e palavras-chave variadas.

EXEMPLO:

3.3 – Links Pagos:

Adquiridos em sites conhecidos com “Link Brokers” ou diretamente entre os administradores dos sites, oferecem a possibilidade de escolha de sites de “Autoridade” e “Relevância” mediante a um pagamento pré-fixado. Quando bem executada, esta estratégia resulta em links de boa qualidade e relevância.

EXEMPLO:

3.4 – Link Exchange (troca de links):

Diretamente entre os administradores dos sites – Sendo executada com atenção aos fatores relevantes tende a gerar links de boa qualidade.

Sites para Link Exchange automático - Não costumam seguir critérios de relevância, utilizando muitas vezes de práticas desaconselháveis e “mal vistas” por mecanismos de busca estes sites geram links de baixa qualidade ou nulos que podem até denegrir a reputação de um site.

  • Three Way Links -É o método através do qual 2 sites trocam links sem que haja “reciprocidade”, fazendo uso de um terceiro site para romper o ciclo e mascarar a troca.

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O que é SEO?

Setembro 22, 2008 · Deixe um comentário

É um conjunto de técnicas que visam alcançar o melhor posicionamento de um website nos resultados de uma pesquisa junto a um mecanismo de buscas, como Google,Yahoo, MSN, para um deternimado tema ou “palavra-chave” (keyword).

O processo SEO também gera  a melhor indexação das paginas deste website dentro do “index” dos buscadores, tornando seu conteúdo conhecido (até certo ponto compreendido) por estes mecanismos e corretamente “catalogado”, além de definir de forma clara quais as áreas de conhecimento abrangidas pelo site aumentando sua “autoridade” e “relevância” para o referido tema.

Este vasto leque de práticas possui diversas vertentes e estilos de trabalho, algumas não muito indicadas por servirem-se de táticas, consideradas “desonestas” e não aceitas pelos buscadores, sendo até passíveis de punição, são conhecidas como “Black-Hats”; porém existem diversas formas de se conduzir com sucesso um trabalho dentro do que é aceito pela comunidade na iternet e suas políticas,  atingindo o principal objetivo do projeto que é a “melhor rotulação e organização do conteúdo” facilitando sua difusão e indexação nas maiores fontes de informação da web que são as ferramentas de busca.

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Keyword Density no Conteúdo

Setembro 16, 2008 · Deixe um comentário

Keyword Density – Densidade de Palavras-Chave

Um fator de grande influência para o posicionamento de um site em mecanismos de busca como o Google é a densidade de suas palavras-chave de trabalho no conteúdo de sua página, seja ela a principal ou uma página interna que pretende um bom posicionamento para o referido termo.

Densidade é o numero de vezes que a palavra ou expressão (quando a keyword é formada por uma frase) aparece no conteúdo da página em relação ao numero total de palavras contidas no texto; deve-se levar em conta também a incidência desta palavra-chave em outras “tags” (comandos HTML) que não são exibidas diretamente para o usuário, mas por hora vamos dar atenção ao conteúdo própriamente dito.

É importante, sobretudo lembrar que qualquer texto publicado na web deve ser antes de tudo escrito para pessoas lerem, não para máquinas; portanto  a “densidade de palavras-chave” deve ser feita com bom senso.

Procure dispor suas palavras-chave nestes textos em ordem de prioridade baseada no indice de buscas (popularidade se sua Keyword), na relevância (relação direta) da palavra de acordo com seu conteúdo e segmentação. Desenvolva textos objetivos, com frases diretas e explicativas e seja conciso. Crie grupos de palavras.

1 – Grupo 1 de KWs (palavras-chave) – Palavras com maior média de buscas e segmentação mais ampla. Estas são palavras genéricas referentes ao seu produto ou serviço

  • Limite este grupo a um máximo de 3 ou 4 palavras ou expessões. Utilize as palavras deste grupo no título de seu texto (H1 – MICROFORMATS), repita a palavra ou expressão no maior número possível de parágrafos em seu texto, no caso de expressões (expressões sempre permitem uma maior segmentação da KW) também é indicado dividir os termos da expressão no decorrer do texto.

2 – Grupo 2 de KWs – Palavras com menor média de buscas e segmentação específica. Estas são palavras que normalmente carregam o nome de seu produto ou serviço específicamente.

  • Limite este grupo a um máximo de 11 palavras ou expressões. Utilize as palavras deste grupo nos subtítulos de seu texto (H2 – MICROFORMATS), No texto referente ao conteúdo deste subtítulo utilize a palavra ou expressão de forma natural e repita somente quando necessário, no caso de expressões  (expressões sempre permitem uma maior segmentação para a palavra-chave) também é indicado dividir os termos da expressão no decorrer do texto.

3 – Grupo 3 de KWs – Palavras relacionadas ou sinônimos

  • Independente da média de buscas estas palavras tem que possuir uma relação direta com o termo ou o tema (estar na mesma “Neighbourhood”) de seu conteúdo, sinônimos de palavras integrantes dos grupos anteriores também são indicados. Não devemos limitar o número destas palavras no grupo, utilize-as para gerar relevância a seu texto e variedade de expressões. Procure distribuir estas palavras por todos os parágrafos.

Este simplificado esquema de trabalho normalmente gera bons resultados de relevância quando bem escolhidas as palavras-chave. Acreditamos que a porcentagem aceitável para a densidade de palavras-chave em uma página perante a um mecanismo de busca como o Google é de 3% a 7%, esta densidade pode ser calculada em diversos sites ou através de programas específicos. A presença destas palavras em outras partes do código, como “meta-tags, title, e textos ALT” também são muito importantes e veremos estes fatores em outro “post”. Não esqueça que devemos sempre levar em conta os limites para “keyword span” e o bom senso.

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Conceitos Primários para SEO

Agosto 17, 2008 · 2 Comentários

Sabemos que o sucesso de conquistar um lugar no topo de um motor de busca, especialmente no Google, está intrinsicamente ligado a realização de várias tarefas, tanto referentes a optimização interna de nosso site [a optimização onpage] quanto na construção de links [a optimização offpage].

A partir do supra mencionado, você identifica claramente que sem um uso perfeito da linguagem HTML é impossível sequer pensar na optimização On-Site. Mas também interessante é ressaltar que dentro desta própria construção do HTML residem elementos chave que brotam da optimização On-Site, tendo um reflexo tremendo também na optimização Off-Site, posterior.

Em assim sendo, torna-se claramente mais difícil e trabalhoso a optimização offpage de um website anteriormente construído. Explicando melhor, quando você projeta um website, claramente visando o alcance de posicionamento top, particularmente no Google [o motor de busca responsável por cerca de 80% de todas as buscas], você já tem a plena consciência da importância de certos elementos ONPAGE, como listados abaixo:

  • título da página
  • palavras chave
  • formas de aumentar ou ressaltar a relevância das palavras chave
  • tratamento do conteúdo
  • conhecimento das práticas SEO que os motores de busca “detestam” ou ignoram” (BlackHat)
  1. Título da Página - O título é a primeira coisa onde você pode começar a colocar suas palavras chave; é uma das primeiras coisas que os spiders do Google verificam quando analisam uma webpage. O título da página também é o primeiro alerta indicativo ao visitante do assunto abordado. Nunca repita seu título. A sua homepage deve levar, se possivel, além das palavras chave, o nome de sua companhia separando -os com uma | [barra]. Títulos inespecícos como “benvindo”, “exposição inicial”, “Banco do José” etc não só são totalmente inúteis para a finalidade da busca quanto para indicar ao visitante a matéria abordada. O Google atualmente aceita aproximadamente 63 caracteres [contando também os espaços] de um título. Muitas vezes, os motores de busca devolvem os resultados com a frase de busca no título.
  2. Palavras Chave - São elemento vital e crucial para colocação nos resultados de busca e sua frequência em relação ao texto total do conteúdo [densidade], que as tornam mais compatíveis com as intenções do buscador pela verificação das palavras a que elas estão diretamente relacionadas no texto. As palavras chave são elementos que não apenas devem ser encontrados em tags. Elas também podem ter sua “relevância” aumentada pelo uso de recursos tais como negrito, itálico e listas em bullets.Para a língua Inglesa há um poderoso instrumento gratuito do qual podemos lançar mão no momento da escolha destas palavras chave mais adequadas para a nossa webpage em questão. Obviamente, teremos que “importar” a tradução destas palavras chave para a nossa língua mãe, mas o princípio é o mesmo e, apesar, das variações culturais e regionais, tal instrumento ainda nos pode ser de grande valor. Ele pode ser encontrado em https://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal. A regra da seleção é sempre a mesma: a da escolha de termos mais específicos em detrimento dos mais amplos, embora nada obste que se utilize sabiamente as duas formas. Há também que ressaltar que, em se tratando de websites com intuitos lucrativos, quanto maior a especificidade da palavra chave maior também será a possibilidade da conversão [a taxa de conversão se refere a proporção entre número de vendas em relação ao número de visitantes]. Desta forma, é aconselhável que você trabalhe com duas ou três palavras chave a cada webpage.
  3. Tratamento do conteúdo – Dada a importância das palavras chave, o conteúdo há que ser rico nelas e observador do elemento densidade sem se tornar algo mecânico, destinado ao uso puramente de máquinas. Ele tem que ser agradável e cativante ao olho humano e o mais rico possível em informação. Uma escrita fluente e amigável, que conquiste a simpatia do visitante como uma verdadeira comunicação real é um elemento primordial para o sucesso de divulgação por outros meios [tais como o eficaz boca a boca] e ainda atendendo aos requisito de importância,inovação e riqueza do conteúdo que tanto ‘pesam’ a seu favor no Google.Além disso, a disposição dos parágrafos deve idealmente conter sentenças curtas, tanto quanto o possível. Também importante é o aparecimento de palavra chave nos parágrafos.
  4. Conhecimento das práticas SEO que os motores de busca “detestam” ou “ignoram”- Temos que estar sempre cientes das coisas que o Google ignora [passa por cima, não acompanha, não lê e nem vê]
  • Javascript
  • Uso de Flash
  • texto contido em imagens sem o atributo alt
  • Uso de frames
  • profundidade de diretório com mais de dois parâmetros [aqui, algumas vezes o Google segue]

Expostas resumidamente as exigências da optimização onpage, há ainda que lembrar que todas as páginas de um website devem ter um link de retorno [back] para a página principal bem como também idealmente deveria abrir seus links externos em outras páginas, assim facilitando a volta do visitante ao website indicador.

Então, agora, estamos prontos para iniciar nossa conversa sobre o importante tópico da construção de links, que, de fato, constitui a verdadeira essência da optimização offpage e a chave de ouro para o alcance das top posições tão ambicionadas no Google.

Primeiramente, devo ressaltar e você deve ter sempre em mente que os links externos que nos ajudarão a alcançar a nossa meta tem variadas nuances e pesos bem como devem obedecer a máxima exigência de serem links estáticos [que veremos posteriormente]. Quanto aos pesos que um link possa nos oferecer há muito que considerar:

o PageRank da página que lança o link a presença de palavra chave no link que aponta para o nosso website se a página que nos dá o link tem afinade de conteúdo com a página que ela aponta

Há que se considerar que sites considerados de “autoridade” nos fornecem links de mais peso [o que ajuda mais a aumentar o nosso próprio PageRank]. Isto se deve a que os chamados sites de autoridade são aqueles que estão no topo para as mesmas palavras chave que selecionamos e não tem muitos links outbound em uma página e nem vendem links, entre outras coisas.

Outros links também “bons fornecedores de peso” são aqueles .edu, .gov, .org. e os sites da grande media de ‘news’.

Os links texto funcionam melhor. Links em banners ou imagens são tipicamente contados como anúncios e sua credibilidade como link é descontada pelo Google e muitos outros entre os principais motores de busca

Existe também um mecanismo chamado de “isca de links” que pode, e em muitos caso deve, ser usado para avançar a construção de links. Uma isca de link é um conteúdo especialmente escrito para educar, entreter ou inflamar seus leitores e leitores em potencial. Estes artigos criam comentáros e os comentáris se disseminam viralmente de site em site na forma de links ou comentários que outros fazem sobre o que está escrito no seu site. Estes inbound links ou backlinks são usados pelos algorítmos dos motores de busca para ranquear um website. Outras formas de iscas de links são as ferramentas gratuitas, novidades de noticiários, humor em multimedia, fonte de recursos etc.

Embora não exista uma regra geral para uma boa construção de links [que deve ser analisada e revista caso a caso]. Os links refletem valor, assim a sua estratégia de links deve se concentrar em encontrar links valiosos das vizinhanças apropriadas e buscar reunir estes links. Quanto maior seja a qualidade do link, melhor é para você. Links refletem valor, influência, relevância e contribuição. Desta forma, eles podem fornecer um valor real e sólido para seus negócios. Mas existe algo que você sempre deve ter bem claro e nítido em sua mente: a própria construção de links deve ser primeiramente dedicada aos seus visitantes e não aos motores de busca. A valorização de seus links pelo motor de busca em grande parte deriva daquele cuidado que você teve com a construção destes mesmos links visando sua audiência.

Uma boa campanha de construção de links deve obrigatoriamente observar estritamente elementos chave que são:

  1. Relevancia – aqui buscaremos prioritariamente os links dentro de nossa comunidade de interesses porque desta forma é muito mais provável obtermos uma co-citação.
  2. Contexto – aqui buscaremos links em pertinentes websites ou webpages que tenham como foco iguais ou similares palavras chave
  3. Envolvimento Pesssoal- é muito mais fácil obtermos um link se nos apresentamos como pessoas reais durante sua solicitação. É também importante ter a sensibilidade de demonstrar conhecimento da importãncia da nossa potencial fonte de link durante esta solicitação. Bem como ressaltar as afinidades e interesses mútuos neste processo. Daí o porque os softwares de solicitação automática de links devem ser usados com o mais extremo cuidado se quisermos ter resultados bem sucedidos.
  4. Credibilidade – temos que conhecer a fonte onde buscamos um novo link tanto para avaliar a credibilidade dela quanto para reforçar a nossa credibilidade perante ela.
  5. Autoridade – Links de alta qualidade vem das fontes de autoridade sejam ou não de seu nicho ambiental.
  6. Dificuldade – os links mais valiosos vem exatamente daquelas fontes que seus competidores não os conseguem obter.
  7. Investimento – os links valiosos exigem investimento de algum tipo. Há sempre envolvido um custo associado que pode ser do desenvolveminto de uma parte de conteúdo que se torne o alvo, compra de um link ou simplesmente o tempo necessário para influenciar aqueles que decidem.

Tudo isto é apenas um mínimo sumário com o intuito de ser o verdadeiro passo inicial no mundo do SEO, que exige muito maior aprofundamento teórico e subsequente prática.

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