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Evoluindo Conteúdos

Minha Matéria Publicada em 16 de julho de 2010, WebInsider – SEO

Muitos perguntam como acompanho meus posicionamentos no Google com essa grande variação entre momentos e impressões, possibilidades de filtragens… Bom…

Não fico pesquisando no Google para ver em qual posição estou para determinada palavra de trabalho, mas acompanho o desempenho das palavras chave como fonte de visitas em meu sistema de Web Analytics.

Comparo seus resultados entre semanas e meses, suas tendências de buscas e isso somente para as mais importantes (head tails), pois estas puxam outras. Sigo o ritmo da dança…

Também acompanho o crescimento do número de termos de pesquisa fornecendo tráfego. Faço isso também periodicamente, meses talvez. Números maiores são mais expressivos quando estampados em gráficos de evolução que nos deixam pensar… São mais sinceros.

Gosto de compor tabelas separadas a partir das “head tails” e então, em ordem alfabética, listar seus termos dependentes em direção “long tail”.

Com o passar das semanas, meses, vejo a lista estender-se, marcando as datas de verificação como quem mede uma criança em crescimento. Isso é abrangência no tema.

Cada tabela é uma vizinhança regida por um termo amplo, que expande tentáculos às suas adjacências; termos dependentes e correlacionados vão surgindo, aumentando as possibilidades de impressões, que são como pescadores de cliques.

À medida que o conteúdo, tal como o universo, expande-se, novas tabelas são criadas atingindo temáticas interligadas. Isso é a projeção temática.

Agora tenho diversas vizinhanças de palavras-chave, que brotaram a partir do conteúdo original na medida exata de seu crescimento, temáticas interconectadas, focadas em um nicho de interesses… Assim elevam-se os “page views”.

Todo crescimento do conteúdo resulta na maior amplitude de temas (representados pelas palavras head tail). Esse processo é acompanhado pacientemente. É um crescimento controlado na medida em que o site o comporta e arquitetura e layout são sempre observados e aproveitados nesta fase.

Então, após um médio período, tenho um conteúdo abrangente como força de trabalho na aquisição de tráfego, bem coordenado em suas indicações temáticas, as palavras-chave formam vizinhança (aquelas tabelas…) unificadas em um conglomerado de referências bem estabelecido perante o mecanismo de busca frente aos interesses de meus fiéis ou futuros usuários. Isso é autoridade.

As interações destes usuários, comentários, compartilhamentos, “linkagens” de conteúdo próprio, contribuem a todo o momento para o crescimento geral do conteúdo que ganha certa “autonomia”… Chega a “adolescência” e a “popularidade”.

Este bem cuidado conteúdo ganha, com a popularidade, bons referênciamentos de sites mais maduros, tece parcerias. O conteúdo, já bem “crescidinho”, e ganha “maturidade”.

Como todo ser vivente, e acredite que ele já “vive”, este precisa ser alimentado constantemente. Quanto mais ativa e participante é sua existência, maior a necessidade de alimento e mais variadas devem ser suas composições.

Temos um conteúdo estabelecido e saudável sempre em expansão… Assim voltamos às tabelas e palavras-chave; não dá para priorizar todas, mas podemos canalizar seu crescimento seguindo suas próprias tendências.

Na verdade é mesmo como criar filhos, portanto mais complicado do que se possa explicar assim brevemente.

Mas claro que dou uma “rastreadinha” pelo menos uma ou outra vez por mês para ver mais de perto, só que analiso como todo um universo.

Organizando Conteúdos – A relevância sob uma ótica integral

Preocupados com o aumento da relevância do conteúdo através da presença de palavras-chave em meio ao texto e títulos de uma só página nos esquecemos que esse valor também reside na sequência das páginas no mesmo nível de navegação, que tornam áreas especificas de conteúdos relacionados dentro de uma determinada temática.

Uma visão ampla da arquitetura em níveis de um website prima pela manutenção da abordagem ampla em uma Neigborhood específica e consolidada perante os níveis de relacionamento entre palavras-chave dispostas na sequência de linkagem e conteúdo entre páginas de uma seção.

A complementação de conteúdos presente na navegação página a página dentro de uma seção (nível do site) permite uma maior abordagem temática, consolidando a relevância geral do site para o termo proposto, centralizando cada tipo de conteúdo em área específica que abrange o tema abordagem em páginas subsequentes

Insight momentâneo quando divagamos na distribuição do conteúdo…

Colaborem… Agradeço

What Does It All Mean? – Dive Into HTML 5

Grande post sobre semântica no HTML 5, publicado em :

http://diveintohtml5.org/semantics.html

What Does It All Mean? – Dive Into HTML 5.

Para desenvolvedores preocupados com o valor do conteúdo e sua real compreenção por parte dos mecanismos de busca.

Acreditem na semântic aem pró do verdadeiro conteúdo de qualidade, com arquitetura voltada ao usuário por meio poder de avalição correto dos algorítimos.

Quem vençam os melhores!

Por que Otimizar?

A resposta para essa pergunta parece óbvia mas não é…

Sempre que falamos em otimização pensamos em táticas “espertas” para burlar os algorímos de sites de busca e alcançarmos os melhores posicionamentos, mas para os “magos” SEO de plantão tenho más notícias…

Brevemente isso não será mais possível pois os resultados obtidos em pesquisas cada vez mais serão voltados ao perfil do usuário, tornando-se sempre mais pessoais, sendo filtrados por inúmeros fatores, como posicionamento geográfico, histórico de buscas, visitas anteriores,  e muitos mais.

O real objetivo de um processo de otimização está  na possibilidade de valorizar os pontos mais relevantes do conteúdo de uma página, coisa que o formato “blog” já faz quase que automaticamente, desde que o autor saiba escrever e rotular seus textos.

A grande guerra do “link building” brevemente irá depor suas armas, tendo em vista que essa modalidade de avaliação de qualidade, desenvolvida para barrar a manipulação do conteúdo no afã de gerar relevância, já mostra uma série de deficiências sendo também manipulável.

Também já podemos contar com a famosa “web semântica” que tornará os “códigos” mais inteligentes, com uma maior capacidade e rotular o conteúdo, abrindo um leque de possibilidades para uma melhor classificação das páginas de forma mais concisa  e objetiva.

Acho que o verdadeiro objetivo da Otimização deve ser esse, direcionar o conteúdo para que atenda a uma pesquisa oferecendo respostas diretas aos anseios daqueles que buscam por informações exatas.

Em seu “namoro” com a acessibilidade e a usabilidade a Otimização de conteúdo busca uma arquitetura de informações mais clara e tangível para todos, e conta com a seletividade dos “buscadores” (mecanismos de buscas) para tornar isso possível, “empurrando” todo o lixo sem sentido para o fim dos resultaddos e levando ao conhecimento dos navegantes o que realmente é novo, completo e relevante perante as expectativas de cada um, ainda assim preservando a possibilidade de escolha diante de pelo menos 10 diferentes opções de resultados.

É nesse ponto que o Otimizador torna-se parceiro do mecanismo, alimentando-o com o que é necessário para a real avaliação do conteúdo, este já desenvolvido com características específicas para atender seu público com o que ele realmente busca; informação de qualidade, atualizada e direta.

A otimização “sonha” com uma web mais enxuta, menos poluída, mais sincera.

Link Building x Ética

Comentário em resposta ao post em: http://www.seocast.com.br/link-building-e-uma-lio-tica/

Acho que esse é um dos pontos mais polêmicos quando falamos em SEO. Na verdade a estratégia de link building deve ser “traçada” de acordo com o ramo e as possibilidades do site, isso significa que para certos tipos de sites teremos certos tipos de links, ex: um site de ramo mais “underground” na web, no ramo de jogos, sexo, remédios, não consegue estabelecer uma rede “natural” de links, extensa o bastante para  causar efeito perante seus concorrentes, assim tem que apelar para sistemas menos “ortodoxos”, como linkfarmes, link exchance em massa e outras mais, que geram muitas vezes uma grande quantidade de links com baixa qualidade (relevância).
Sites em ramos mais convencionais podem criar suas redes de link com estratégias menos obscuras, através de link exchange dentro de sua área temática (Neighborhood), algumas vezes até utilizando de técnicas mais “arrojadas” procurando evitar o “reciprocal”. A questão é até que ponto isso é natural ou não. Acho que “natural” é uma  palavra equivocada para esse processo quando executado profissionalmente dentro de uma concepção de marketing. Natural é aquilo que acontece sem intervenção ou objetivo determinado, assim “Link Building” (Construção de Links) não pode ser natural.
Acho que o fator de equilibrio nisso tudo é o bom senso, que aqui é ditado pela “Relevância” (palavra que o Google adora!), links relevantes são aqueles encontrados em sites do mesmo ramo, que por isso devem por prerrogativa ampliar de alguma forma a abrangência sobre o determinado termo estendendo o universo da pesquisa para o usuário.
Quanto a links pagos o Google não diz que é crime vendê-los, apenas pede que a natureza desta transação seja informada ao Robô através do atributo “nofollow”, da mesma forma que compramos impressoes de banners e outros formatos com intúitos comerciais também podemos comprar links, o que incomoda as SEs é o fato de que um link que não indica sua natureza (comprado ou não) de partida já é um voto para a “Popularidade” de um site o que interfere na imparcialidade do resultado da pesquisa, porém é muito dificil separar o “joio do trigo”, portanto o que salva, em parte, o algoritimo é a “relevancia” do conteúdo.
Não existe uma forma natural de se fazer link building, existe uma forma consciente, que leva em conta especialmente a “relevancia” do link. O resto são táticas…

Quem sabe SEO

Comentário em post “quase homônimo” em MarketingdeBusca – “Todo mundo sabe SEO

Realmente esta é uma questão em evidência.

SEO virou “moda” no Brasil, e no decorrer deste ano surgiram milhares de sites oferecendo “formulas secretas” fundamentadas em lendas SEO, pacotes de infinitos links inúteis a preço de banana e outras “mandingas“. Assim uma legião de “entendidos” passaram a oferecer seus serviços na web nos mais diversos formatos causando um completo desentendimento nos valores, e muito pior, trazendo uma boa dose de má fama para aqueles que trabalham nesta área.

Temos que considerar que uma estratégia de otimização é um processo contínuo tendo em vista que trata-se primordialmente da organização (classificação e rotulação) do conteúdo de um website. Por outro lado é indispensável levar em conta que SEO também procura “gerênciar”  sua “popularidade” com o intuito de tornar seu conteúdo disponível ao público “certo” dento dos buscadores, este caminho só pode definido através de uma constante análise de mercado, tendências e hábitos na web, o que prova a continuidade da estratégia.

Portanto não existem “pacote mágico SEO”. A otimização é um processo que deve ser planejado, aplicado e gerênciado de acordo com as peculiaridades de cada mercado e com objetivos bem definidos.
No Brasil ainda é fácil posicionar certos tipos de sites devido a baixa concorrência na maioria dos termos em português, mas o mercado está crescendo e o conhecimento se difundindo. Acredito que breve a corrida vai começar… Aí veremos quem sabe SEO… “Só existem 10 Lugares…”

Link Building – Construção de Links

O que é Link Building, sua utilização e técnicas.

1- Definição Básica:

Conjunto de estratégias com o objetivo de gerar links relevantes em um determinado TEMA (produto, serviço ou informação) “apontando” para o site otimizado, aumentando sua “popularidade” para os mecanismos de busca.

2 – Qual sua contribuição para a otimização de um website?

  • Buscadores como o Google conferem grande importância a este índice de “popularidade” quando buscam posicionar um determinado site nos resultados de sua pesquisa.

Popularidade é a quantidade de sites que apontam para um determinado domínio. Este índice é influenciado pela qualidade ( Autoridade, Relevância e PR ) destes links. Dados mais técnicos como IP, estrutura da URL e tipo de link também influenciam em sua qualidade final.

  • Baseados neste índice o buscadores adicionam “Autoridade” a um site em relação a um termo ou palavra-chave pesquisada, dentro de um determinado tema (Neighborhood), esta relação é composta a partir do título do link, “Texto Âncora” , que é indicado pelo texto sobre o link.

Texto Âncora é o título que fica “sobre” o link em uma página. Deve ser composto por palavras-chave referentes ao conteúdo do site para o qual o link aponta (direciona).

  • A “reputação” (PR) do site que oferece o link é de grande importância para gerar “PR” ao site que recebe a indicação (link).

Definição do conceito:
Sites Que recebem indicações (links) de outros sites com PR mais alto que o seu próprio tendem a receber aumentos de reputação (PR mais alto) a curto prazo, desde que estes links permaneçam ativos por um determinado tempo.

Importante observação:
O conceito de reputação não está ligado a nenhum termo ou tema específico de busca. É uma “pontuação” global de cada página de um site

3 – Estratégias para Construção de Links (Link Building):

Em toda estratégia usada para Link Building deve sempre levar em conta a “relevância” e diversividade (variedade de orígens e textos-âncora) dos links gerados.

RELEVÂNCIA DO LINK é a relação direta entre o conteúdo do site que oferece o link, o “texto âncora” contido no link e o conteúdo do site para o qual o link aponta.

3.1 – Submissões gratuitas em sites de diretórios:

Estes sites são estruturados em categorias de produtos e permitem que você “inscreva” seu site na que melhor se adapte a seu ramo, estes links normalmente não possuem muita “relevância” para os mecanismos de busca mas servem como base para compor uma rede de links com origens variadas.

EXEMPLOS:


3.2 – Submissões gratuitas em sites de artigos:

Estes sites permitem que você publique matérias ou “releases” de produtos acompanhados por links para seu site, estes links possuem um pouco mais de valor por estarem inseridos em meio a textos relevantes para seu produto, também servem como base para compor uma rede de links com origens e palavras-chave variadas.

EXEMPLO:

3.3 – Links Pagos:

Adquiridos em sites conhecidos com “Link Brokers” ou diretamente entre os administradores dos sites, oferecem a possibilidade de escolha de sites de “Autoridade” e “Relevância” mediante a um pagamento pré-fixado. Quando bem executada, esta estratégia resulta em links de boa qualidade e relevância.

EXEMPLO:

3.4 – Link Exchange (troca de links):

Diretamente entre os administradores dos sites – Sendo executada com atenção aos fatores relevantes tende a gerar links de boa qualidade.

Sites para Link Exchange automático - Não costumam seguir critérios de relevância, utilizando muitas vezes de práticas desaconselháveis e “mal vistas” por mecanismos de busca estes sites geram links de baixa qualidade ou nulos que podem até denegrir a reputação de um site.

  • Three Way Links -É o método através do qual 2 sites trocam links sem que haja “reciprocidade”, fazendo uso de um terceiro site para romper o ciclo e mascarar a troca.
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